No Brasil Fall Out Boy fala de disco novo,futebol e mudanças no som da banda


Banda lança o álbum 'Mania' em janeiro. 'Se tentássemos escrever as mesmas músicas de antes agora elas não soariam da mesma forma', diz Pete Wentz ao G1. 


Se o rock fosse um campeonato, Pete Wentz diz que a banda dele, o Fall Out Boy, sempre foi uma zebra. A definição foi usada pelo baixista e vocalista em entrevista ao G1, no Rock in Rio.
Ele lembra que tinham nomes gigantes de músicas quando a onda era nomes curtinhos e debandaram do emo para o eletrônico, deixando alguns fãs de pop punk pelo caminho. Diferentão.
Wentz também falou do sétimo disco do Fall Out Boy ("Mania", previsto para janeiro). Leia abaixo e veja trechos no vídeo.

G1 - Vocês começaram pop punk e agora são mais eletrônicos. O pop punk morreu?
Pete Wentz - Não, eu acho que não... A gente começou saindo em turnê com uma van, você tem 20, 22 anos... E a gente cresceu, a gente nunca tinha visto o Rio, nunca tinha ido a Tóquio. Você cresce. Não sei como nos definir, mas se tentássemos escrever as mesmas músicas de antes agora elas não soariam da mesma forma, sabe? Então, é um crescimento exponencial para nós.

G1 - Hoje, as bandas de rock que mais fazem sucesso misturam rock com outros estilos, especialmente com pop dançante e hip hop. É o caso do Imagine Dragons. Só dá para chegar às paradas assim, se quiser tocar rock?
Pete Wentz - Sempre fomos influenciados por todo tipo de coisa. "Young and Menace" tem uma influência superóbvia de música eletrônica. "The Last of the Real Ones" é mais influenciada por caras como D'angelo, The Weeknd... A gente sempre esteve por todos os lados. O próximo single que acho que vamos lançar, não parece eletrônica e não parece pop punk... É diferente. Não buscamos uma sonoridade. Você tem que se atualizar. Não pode ficar fazendo a mesma coisa várias e várias vezes. E esperar que as pessoas, que o mundo inteiro continue te ouvindo.

G1 - Mas não há espaço para outros estilos além do hip hop e do pop?
Pete Wentz - A verdade é que vivemos em um mundo do hip hop, especialmente nos EUA onde o hip hop é muito, muito grande... Mas ainda há espaço para música diferente, pensamentos ecléticos. Acho que coisas como Spotify e Apple Music. Meu filho mais velho ouve músicas, ele gosta de música... Escuta coisas muito diferentes. Você tem que fazer música interessante e daí vão querer ouvir.

G1 - O que você pode adiantar sobre o disco 'Mania'?
Pete Wentz - Deveria se chamar "Wrestlemania". Daí lançaríamos nossa carreira de profissionais de luta livre. Seríamos lutadores dos anos 80... Mas quando percebemos que isso poderia atrapalhar a turnê... Mudamos para "Mania" e atrasamos o lançamento. (Risos)

G1 - Como você curte futebol, os EUA têm chance na Copa?
Pete Wentz - Na última Copa, eu pensei que a gente tivesse chances... Mas o mais legal é ver o time da Costa Rica, esses times que são azarões na disputa. E sempre vão existir os favoritos, como o seu, o time brasileiro, os argentinos...  (*dias antes de postarmos essa matéria a seleção americana não se classificou para a Copa do Mundo na Russia em 2018)

G1 - Sempre torci pras zebras...
Pete Wentz - Eu também. É mais fácil torcer para as zebras, porque você não tem nada a perder. Mas com o passar dos anos, o futebol vem se tornando maior nos EUA. Vão aparecer umas crianças jogando bem e elas vão crescer... E o time feminino é demais, né?

G1 - E o Fall Out Boy é um azarão no Rock in Rio?
Pete Wentz - A gente sempre foi um pouco, uma banda esquisita. A primeira música que eu já curti foi "Put some sugar on me", então é uma grande vitória pra gente só de estar aqui. É uma noite de sugar ("açúcar"). "Put some sugar on me going down". (risos)

G1 - O que vocês têm em comum com o Aerosmith [tocou no mesmo dia no Rock in Rio]?
Pete Wentz - Temos um pouco a ver com o Aerosmith: somos bandas que vivemos várias fases. Eles tiveram os anos 70, 80 e 90... E tudo é muito diferente. A gente tem duas eras diferentes. Tem "From Under the Cork Tree" e "Infinity on High"... E mudamos depois. É difícil termos isso em comum com alguma banda e o Aerosmith tem. E eles têm ainda mais do que nós.

Veja video da entrevista com legendas na fonte abaixo
Fonte:G1


Entrevista do Patrick e Joe antes do show no Rock In Rio


Lukão (Scalene) entrevistou o Fall Out Boy no Rock In Rio
A convite do TMDQA!, baixista da banda brasileira conversou com Patrick Stump e Joe Trohman

No último Rock In Rio nós(TMDQA) tivemos oportunidades de realizar entrevistas com alguns artistas da escalação internacional e pensamos que a experiência seria muito mais legal para todos os envolvidos se quem os entrevistassem fossem artistas nacionais que admiramos.

Foi assim com a Larissa Conforto, baterista da Ventre que entrevistou uma de suas maiores influências, José Pasillas do Incubus, e agora também revelamos que foi assim com Lucas Furtado, o Lukão do Scalene, que bateu um papo com o Fall Out Boy.

O músico de Brasília conversou com o vocalista Patrick Stump e o guitarrista Joe Trohman, até contou algo que eles não sabiam a respeito da escalação no Rock In Rio e você pode ler tudo isso logo abaixo.
Entrevista

Lukão do Scalene com o Fall Out Boy

Na minha profissão existem momentos incríveis em que posso realizar o sonho de estar em lugares que sempre quis ou conhecer pessoas que foram importantes pra mim artisticamente. Nesse dia pude fazer as duas coisas praticamente ao mesmo tempo!

Uma hora antes de subir no Palco Mundo do Rock in Rio tive a oportunidade de entrevistar o Patrick Stump e o Joe Trohman do Fall Out Boy, uma das bandas mais importantes pra mim na época em que estava começando a pensar em ter uma banda pra curtir com meus amigos. Agora posso dizer que dividi o palco com eles e ainda trocamos uma ideia bem maneira sobre música, que você pode conferir a seguir.


Lukão: Vocês vieram ao Brasil em 2006 e em 2014, quando estavam em duas fases bem diferentes da carreira. Como vocês se enxergam em 2017 comparado a esses shows e como é tocar no Rock in Rio?

Patrick Stump: Pois é, o Rock in Rio é uma parada muito lendária. É muito diferente. A gente ainda não tocou mas eu já sei que vai ser uma experiência diferente. A gente tocou em um festival da primeira vez que veio [SP Mix], mas vai ser uma vibe diferente. Agora a banda já está aí há tempo o suficiente pra nos sentirmos um pouco confortáveis com a situação, mas nós nunca fizemos isso antes, então rola um tipo de ansiedade.

Lukão: Pois é! Minha banda também sente isso. Nós tocamos no Lollapalooza Brasil em 2015 mas o Rock In Rio é totalmente diferente.

Patrick Stump: Sim! O Rock In Rio é totalmente lendário.

Lukão: Felizmente, para os fãs, houve uma mudança de line-up e vocês foram chamados para tocar. Como foi o convite e quando vocês decidiram aceitá-lo?

Patrick Stump: (Olha de forma confusa para Joe Trohman)

Lukão: Vocês não sabiam disso?
Patrick Stump: Não! (Risos). Assim que recebemos o convite nós aceitamos. É uma daquelas coisas… É o Rock in Rio! Vamos nessa! Não dá pra dizer não.

Lukão: Bom, já que vocês não sabem, acho que eu devo contar: o Billy Idol estava escalado
pra tocar nesse dia, mas logo após o anúncio teve que cancelar.
Patrick Stump: Wow! Obrigado, Billy (risos).
Lukão: (risos) É, eu também fiquei feliz com a mudança.

Lukão: No início do ano vocês anunciaram um novo álbum, lançaram duas músicas desse
disco e depois adiaram o lançamento do álbum para 2018. Como está sendo esse processo e por que vocês sentiram que deveriam adiar o lançamento de “Mania”?

Patrick Stump: É engraçado. É tipo esperar na fila. Nós sabíamos que ainda não estava totalmente pronto e agora está basicamente finalizado mas, depois que você decide mudar a data de lançamento, a gravadora e todas as questões legais fazem com que a data seja jogada lá pra frente.
Lukao: É como se toda uma cadeia de burocracia tivesse que rolar pra isso acontecer.
Patrick Stump: Exato! A verdade é que simplesmente não estava pronto. Não era exatamente o que nós amávamos. Todos nós estávamos gostando mas estava “OK”, e esse era o problema, não estava maravilhoso. Você não deve lançar algo se não está satisfeito.

Lukão: Especialmente nessa época em que muitas vezes você não tem mais a chance de fazer um álbum inteiro…
Patrick Stump: É, qual a razão de lançar um álbum se você não liga para TODAS as músicas? E eu acho que nós quatro queríamos ter algo um pouco mais… não sei, algo que gostássemos mais. E aí acabou levando mais tempo. Nós também tivemos um pouco de dificuldade para encontrar um produtor que entendesse bem o que queríamos fazer. Nós somos uma banda meio engraçada que é uma banda de rock mas também é uma banda pop, e alguns produtores olhavam pra gente e só queriam fazer pop, pop, pop.

Lukão: É dificil achar alguém que saiba trabalhar “no meio do caminho”, né?
Patrick Stump: É, exatamente. É difícil achar esse equilíbrio.



Lukão: Nos últimos anos tem rolado uma volta do Pop/Punk e hoje em dia há várias bandas fazendo ótimos discos no underground e também existe um retorno da cena emo. Vocês sentem que o Fall Out Boy ainda é influenciado por esse gênero depois das experiências que tiveram com a música pop nos últimos discos?

Patrick Stump: Não sei bem. Nós definitivamente saímos dessa cena em algum momento e eu estaria mentindo se eu disser que nos mantemos atualizados de tudo que está rolando nessas cenas. Todo mundo cresce e encara mudanças. Ainda existem aqueles discos que significaram muito pra mim quando eu tinha 18 anos e nós estávamos compondo Take This To Your Grave, mas hoje eu estou ouvindo coisas que o Patrick de 18 anos jamais imaginaria (risos). É legal, mas sempre tem um ciclo de música pra onde a gente volta.

Lukão: Como um fã e como um colega músico eu consigo me relacionar com isso (risos). Eu ficaria muito puto se em 2017 vocês estivessem lançando álbuns iguais ao do início da carreira (risos).
Patrick Stump: É, isso rola com a gente também, especialmente porque tivemos a sorte de ter alguns discos que tocaram muita gente e isso é incrível! E eu respeito demais isso pra tipo, tentar ficar copiando (esses discos). Seria muito fácil pra gente refazer essas músicas e isso seria desrespeitoso com esses discos e com seu público. Seria como dizer: “ah, tanto faz, você vai comprar isso…”

Lukão: É desrespeitoso até com você mesmo, porque você cresceu como músico também!
Patrick Stump: Totalmente!

Lukão: Nosso site se chama “Tenho Mais Discos Que Amigos”. Vocês têm mais discos que amigos? E quais são os discos que vocês escutam quando estão passando por momentos bons e ruins na vida?

Patrick Stump: (risos) Sem dúvidas eu tenho mais discos que amigos! Hmmm, eu tenho um disco do Herbie Hancock que quando eu era pequeno meu pai também tinha e eu adorava porque a capa era muito estranha e quando eu ouvi foi incrível pra mim porque eu tinha 8 anos de idade. E é legal pra mim porque agora meu filho gosta desse disco porque ele é tão estranho. Esse disco é um bom amigo meu (risos), Head Hunters do Herbie Hancock.

Lukão: Você que adicionar algum, Joe?
Joe Trohman: É, eu posso adicionar qualquer coisa! Não sei. Eu escuto muito o Songs for the Deaf do Queens of the Stone Age! Eu sempre volto e escuto esse.

Lukão: (risos) Aqui no site a gente ama Queens os the Stone Age!
Joe Trohman: (risos) Muita gente gosta deles, esse é meu álbum favorito deles!

M A N I A

O novo disco de estúdio do Fall Out Boy, M A N I A, será lançado em 19 de Janeiro de 2018 e foi produzido por Jesse Shatkin (Linkin Park, Rihanna, Tegan And Sara) e Illangelo (The Weeknd, Alicia Keys).

Três singles do trabalho já foram lançados com “Young And Menace”, “Champion” e “The Last Of The Real Ones.

Fonte:Tenho Mais Discos Que Amigos

 

Nos bastidores do Rock In Rio, membros do Fall Out Boy se dizem ansiosos para a maior plateia da carreira


No quarto dia de Rock In Rio a Cidade do Rock foi “invadida” pelos camisas pretas. A semana é “do rock” e fomos atrás de uma das bandas mais queridas da noite de quinta-feira (21). O Portal ROCKline encontrou com dois integrantes do Fall Out Boy nos bastidores e os caras se mostraram bem surpresos com o tamanho do festival. Os guitarristas Patrick Stump e Joe Trohman responderam três perguntas antes do show no Palco Mundo.

Portal ROCKline – É a primeira vez que vocês tocam no Rio de Janeiro. Qual a expectativa de tocar para mais de 100 mil pessoas? Já tocaram para alguma plateia tão grande?
FOB – Provavelmente o Leeds Festival tenha sido algo semelhante, mas certamente esta é a maior plateia para qual tocaremos. Não consigo sequer imaginar o que são 100 mil pessoas. O mais louco é que não conseguimos enxergar todo mundo. Ainda mais porque tiro meus óculos no palco e fica mais difícil.

Normalmente em festivais, as bandas priorizam os hits em seu setlist. O público brasileiro pode esperar alguma novidade do próximo álbum? Alguma música que vocês nunca tenham tocado?
FOB – É estranho porque temos um álbum novo saindo, pretendemos tocar algumas coisas deste trabalho, mas como é nossa primeira vez no Rio e muita gente nunca nos viu, eles esperam que toquemos todas as músicas conhecidas. Espero que seja um ótimo set e que consiga agradar fãs e os não tão fãs.

O que vocês conhecem de música brasileira?
FOB – “Sepultura, inclusive é a única banda que conheço pra tudo”, brincou Joe. “Peço desculpas por não saber nomes de artistas brasileiros, mas gosto de ir à lojas de discos e descubro coisas de bossa nova como Sérgio Mendes. Também gosto de Gilberto Gil e Hermeto Paschoal. O ritmo e o compasso da música brasileira me encanta”, completou Patrick.

O Fall Out Boy foi a primeira atração internacional do Palco Mundo de quinta. A banda se apresentou às 21h.

Fonte:Portal RockLine


Andy Hurley, baterista do Fall Out Boy, é vegano por ética há mais de 20 anos



Além do guitarrista da banda Def Leppard, Phill Collen, , outro vegano chamou a atenção na primeira noite de rock do Rock in Rio.

Também musculoso e tocando sem camisa, Andrew Hurley, de 37 anos, é baterista da banda norte-americana Fall Out Boy, que tocou antes do Def Leppard. Assim como Phill Collen, Andrew também não bebe, fuma ou usa drogas. Na descrição de seu perfil no Instagram, ele simplifica: “vegan straight edge”.

Andrew é vegano desde 1996 e faz questão de deixar claro que é por questão ética, pelos animais.

“Meu veganismo é inteiramente uma decisão ética. A saúde obviamente se tornou um aspecto importante agora que o preparo físico é uma parte muito importante da minha vida, mas mesmo que isso não fosse nem um pouco saudável para mim, eu seria vegano.” – disse em uma entrevista, reproduzida em português pelo site do fã clube brasileiro (leia aqui).

Na entrevista, Andrew conta que decidiu se tornar vegano há 21 anos por conhecer bandas com mensagens politizadas do movimento hardcore.

“Quando eu ouvi Earth Crisis pela primeira vez, eu fiquei deslumbrado. Aqui estava uma banda cujo som era balístico e brutal, falando de um estilo de vida livre de drogas e da compaixão por todas as vidas. Isso absolutamente exigiu uma mudança para mim. A extensão à compaixão pelos animais não-humanos e pelo próprio mundo, e como tudo isso está ligado, de repente se tornou tão óbvia.” – disse Andrew.

Além de uma alimentação saudável e livre de ingredientes de origem animal e de não usar drogas lícitas ou ilícitas, Andrew é adepto do CrossFit, modalidade de atividade física.


Fonte:Vista-se


Fall Out Boy arrasa no Rock In Rio 2017!



  Pela primeira vez no Rio de Janeiro em 16 anos de carreira,e na terceira vez no Brasil a banda Fall Out Boy arrebentou no palco principal do Rock In Rio ontem (21) à noite.O grupo acabou tocando no evento substituindo Billy Idol, que não pôde vir ao Brasil.

A banda mesclou músicas e a prioridade ficou com o disco American Beauty / American Psycho, de 2015 e o mais recente do grupo até agora, mas vieram com clássicas “Sugar, We’re Going Down” que abriu o set, “Dance, Dance” e “Thnks Fr Th Mmrs”.

Veio também “Champion” e''The Last Of The Real Ones'', do disco Mania que deveria ter sido lançado esse mês mas foi adiado para 2018 e a classica finalização com “Saturday”, hit do disco de estreia do grupo lançado em um longínquo ano de 2003, um dos favoritos dos fãs, Take This To Your Grave.

Teve problemas com o piano do Patrick,que fez a banda inverter ordem das músicas,Patrick com a jaqueta 'rasgada',mas nada atrapalhou o show incrivel os fãs  cantaram,gritaram e celebraram a performance no Palco Mundo,Lugar onde a banda mereceu estar,um evento enorme desse com visibilidade enorme para uma das bandas de Pop Rock mais famosas da atualidade!

ROCK IN RIO - Rio de Janeiro 21 de Setembro de 2017
Bandas do dia: Scalene - Fall Out Boy - Def Leppard - Aerosmith
Setlist

Sugar, We’re Goin Down
Irresistible
The Phoenix
This Ain’t a Scene, It’s an Arms Race
The Last of the Real Ones (Piano Version)
Dance, Dance
Immortals
Beat It (Michael Jackson cover)
Uma Thurman
Champion
I Don’t Care
My Songs Know What You Did in the Dark (Light Em Up)
Thnks Fr Th Mmrs
Bis:
Centuries
Saturday


FOTOS
(Fabio Tito G1)













Confira a letra em português da romântica 'The Last Of The Real Ones'!!



Confira a tradução da nova música do Fall Out Boy ''The Last Of The Real Ones'',uma das músicas mais românticas lançadas pela banda!!

A Última das Verdadeiras

Eu era apenas o filho único do universo
E então eu encontrei você
E então eu encontrei você
Você é o sol e eu sou apenas os planetas
Girando ao seu redor
Girando ao seu redor
Você era boa demais para ser verdade
Banhada a ouro
Mas o que está dentro de você
Mas o que está dentro de você
Sei que toda essa cidade maldita acha que precisa de você
Mas não tanto quanto eu
Tanto quanto eu, yeah

Porque você é a última de uma espécie em extinção
Escreva nossos nomes no concreto molhado
Eu me pergunto se seu terapeuta sabe tudo sobre mim
Estou aqui em busca da sua glória
Houve milhões antes de mim
Esse tipo de ultra amor
Que você nunca se afasta
Você é apenas a última das verdadeiras
Você é apenas a última das verdadeiras
Você é apenas a última das verdadeiras
(Você é apenas a última das verdadeiras)
Você é apenas a última das verdadeiras
(Você é apenas a última das verdadeiras)
Você é apenas a última das verdadeiras

Eu sou uma estrela em colapso com visão limitada
Mas só por você
Mas só por você
Minha cabeça está como um parafuso
Que foi apertado muitas vezes
Quando penso em você
Quando penso em você
Eu vou te proteger das ondas
Se eles te encontrarem
Eu vou proteger você
Eu vou proteger você
Apenas me fale, me fale, me fale
Eu, eu sou o único
Mesmo que não seja verdade
Mesmo que não seja verdade, yeah

Porque você é a última de uma espécie em extinção
Escreva nossos nomes no concreto molhado
Eu me pergunto se seu terapeuta sabe tudo sobre mim
Estou aqui em busca da sua glória
Houve milhões antes de mim
Esse tipo de ultra amor
Que você nunca se afasta
Você é apenas a última das verdadeiras
Você é apenas a última das verdadeiras
Você é apenas a última das verdadeiras
(Você é apenas a última das verdadeiras)
Você é apenas a última das verdadeiras
(Você é apenas a última das verdadeiras)
Você é apenas a última das verdadeiras

Estou aqui no começo do fim
Oh, o fim do infinito com você
Estou aqui no começo do fim
Oh, o fim do infinito com você
Cansei de ter sonhos
Aquilo em que acredito
Oh, você drena todo o medo de mim
Cansei de ter sonhos
Aquilo em que acredito
Você drena o medo de mim

Porque você é a última de uma espécie em extinção
Escreva nossos nomes no concreto molhado
Eu me pergunto se seu terapeuta sabe tudo sobre mim
Estou aqui em busca da sua glória
Houve milhões antes de mim
Esse tipo de ultra amor
Que você nunca se afasta
Você é apenas a última das verdadeiras
Você é apenas a última das verdadeiras
Você é apenas a última das verdadeiras
(Você é apenas a última das verdadeiras)
Você é apenas a última das verdadeiras
(Você é apenas a última das verdadeiras)
Você é apenas a última das verdadeiras



EM INGLÊS


The Last Of The Real Ones

I was just an only child of the universe
And then I found you
And then I found you
You are the sun and I am just the planets
Spinning around you
Spinning around you
You were too good to be true
Gold plated
But what's inside you
But what's inside you
I know this whole damn city thinks it needs you
But not as much as I do
As much as I do, yeah

'Cause you're the last of a dying breed
Write our names in the wet concrete
I wonder if your therapist knows everything about me
I'm here in search of your glory
There's been a million before me
That ultra-kind of love
You never walk away from
You're just the last of the real ones
You're just the last of the real ones
You're just the last of the real ones
(You're just the last of the real ones)
You're just the last of the real ones
(You're just the last of the real ones)
You're just the last of the real ones

I am a collapsing star with tunnel vision
But only for you
But only for you
My head is stripped just like a screw
that's been tightened too many times
When I think of you
When I think of you
I will shield you from the waves
If they find you
I will protect you
I will protect you
Just tell me, tell me, tell me
I, I am the only one
Even if it's not true
Even if it's not true, yeah

'Cause you're the last of a dying breed
Write our names in the wet concrete
I wonder if your therapist knows everything about me
I'm here in search of your glory
There's been a million before me
That ultra-kind of love
You never walk away from
You're just the last of the real ones
You're just the last of the real ones
You're just the last of the real ones
(You're just the last of the real ones)
You're just the last of the real ones
(You're just the last of the real ones)
You're just the last of the real ones

I'm here at the beginning of the end
Oh, the end of infinity with you
I'm here at the beginning of the end
Oh, the end of infinity with you
I'm done with having dreams
The thing that I believe
Oh, you drain all the fear from me
I'm done with having dreams
The thing that I believe
You drain the fear from me

'Cause you're the last of a dying breed
Write our names in the wet concrete
I wonder if your therapist knows everything about me
I'm here in search of your glory
There's been a million before me
That ultra-kind of love
You never walk away from
You're just the last of the real ones
You're just the last of the real ones
You're just the last of the real ones
(You're just the last of the real ones)
You're just the last of the real ones
(You're just the last of the real ones)
You're just the last of the real ones

Patrick Stump esquece a letra de música nova durante show,veja!


Durante show no 'House of Blues'em Chicago dia 16 o vocalista Patrick Stump esqueceu a letra de 'Young And Menace' duas vezes e Pete ajudou ele cantando junto,veja:



Fall Out Boy toca a nova 'The Last Of The Real Ones' no programa de Jimmy Kimmel,assista!



  O Fall Out Boy tocou a nova música "The Last Of The Real Ones" no programa Jimmy Kimmel Live! na noite de ontem (18).


A nova faixa faz parte disco M A N I A, que será lançado no dia 19 de janeiro. O grupo já divulgou as músicas "Young and Menace" e "Champion".

O Fall Out Boy toca no Rock in Rio no dia 21 de setembro.

Fonte:Omelete


VIDEO:Fall Out Boy no programa Today Show tocando 'Champion' e 'Uma Thurman',assista!



  Assista a apresentação do Fall Out Boy no programa Today Show tocando ''Champion'' e ''Uma Thurman'':